Literatura estrangeira

Um verão na Itália – Carrie Elks

Série As Irmãs Shakespeare – livro 1

Resenha:

Seis anos vivendo no fundo do poço, após sua primeira estreia como roteirista ter sido uma decepção total, Cesca Shakespeare só vive um dia de cada vez para que consiga comer e pagar o aluguel, mas a vida novamente dá uma rasteira em Cesca, quando é demitida novamente e a partir desse momento ela percebe que precisa de ajuda.

Hugh, seu padrinho, está mais que disposto em ajudá-la, sendo assim, a oferece um emprego temporário como governanta na casa de uns amigos, mas Cesca não imagina que o personagem principal de seu primeiro não espetáculo e causa de seu bloqueio para escrever, seja um dos donos da casa.

E então, quando esses dois se encontram, é ali que o verão começa.


Opinião

De início achei a Cesca uma pessoa bem reclamona [chata] que ainda não havia superado seu passado e culpava a todos por isso. E a sinopse do livro diz que Sam Carlton é arqui-inimigo de Cesca, mas a verdade é que tudo depende apenas dela e ao longo da leitura ela também vai percebendo isso com a ajuda de Sam, até porque Cesca não sabe o outro lado da história do que houve com Sam para ele ter fugido daquele jeito do espetáculo e ela passou por maus bocados até se encontrar na vida, então ela está perdoada por reclamar tanto no início.

Os dois, até se resolverem, são muito engraçados e foi o que me fez continuar a leitura, Cesca por não desmaiar aos pés de Sam só porque ele é bonito, famoso, sedutor, etc. e Sam não sabe lidar com essa situação. Uma leitura rápida e engraçada seria minha definição, mal posso esperar pela continuação da série das Irmãs Shakespeare.

 

Informação extra, o livro é narrado em 3ª pessoa, não estou habituada com esse tipo de narração, mas foi num todo, muito bom. Contém a versão de ambos os protagonistas, Sam Carlton e Cesca Shakespeare.


Quotes 

 – Esse era o fundo do poço? Ela esperava que sim. Se afundasse mais, não sabia se conseguiria subir de volta.


– Duas pessoas nunca liam a mesma história, porque cada uma trazia sua própria visão de mundo.


– Era como se ela finalmente abrisse os olhos pela primeira vez e o visse como ele realmente era, não com o disfarce de diabo que seu cérebro imaginava para ele.


– Era hora de ir para casa. Para sua casa de verdade. E não era uma cidade ou bairro, nem mesmo uma casa a beira de um lago. Seu lar era onde ela estava, onde quer que fosse.

Nota 4/5 ❤

 

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s